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Espaço para papás e mamãs, tios e tias, avôs e avós dedicado a temas relacionados com crianças.
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sábado, 4 de julho de 2009

Forever young

Finalmente descoberta a fonte da juventude em mais um spot publicitário cheio de imaginação.

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Consumidores de palmo e meio

sapo.famíliaDepende (muito) de si que os seus filhos se tornem consumidores inteligentes

Lidar com os constantes estímulos ao consumo não é fácil para os pais e muito menos para os filhos, que são os alvos preferenciais da publicidade televisiva.

Todos os dias surgem dezenas de produtos novos e as crianças mostram-se mais vulneráveis às estratégias de marketing que acompanham as novidades comerciais.

Partindo da certeza que saber resistir-lhes passa, acima de tudo, pelo comportamento dos pais desde os primeiros anos dos mais pequenos, descubra qual a melhor postura a adoptar, em cada fase da vida, para que o seu filho cresça um consumidor inteligente.


Os primeiros anos


A partir dos dois ou três anos, as crianças tornam-se exigentes. Começam os pedidos e surgem as primeiras birras perante as recusas dos pais. Os especialistas consideram ser este o momento ideal para estabelecer fronteiras.

Elisabete Mechas, psicóloga infantil, explica que «fazer birras, insistir para testar os limites dos adultos são comportamentos normais no desenvolvimento de uma criança». Perante a birra e a recusa em aceitar o «não», os pais têm de se mostrar convincentes:

«A explicação tem de ser clara, curta, consistente para que a criança perceba os motivos dos adultos e, sobretudo, que não mudam de opinião perante uma birra. Com os mais pequenos, é importante fazer uma retirada da situação ou do local para acabar mais rapidamente com o conflito.»


A estreia escolar


Ainda sem perceberem o valor dos objectos até à entrada no 1º ciclo escolar, a partir dos sete ou oito anos, as crianças passam a compreender o que é caro ou barato. «O 3º e 4º anos são a altura mais indicada para começar a dar semanada, pois a criança começa a ter a noção do valor do dinheiro e prepara-se para um mundo mais alargado (o do 2º ciclo) onde já faz pequenas aquisições sozinha. Esse dinheiro deve começar por ter uma periodicidade semanal para que tenha um tempo mais limitado para o gerir», considera a terapeuta.

Segundo esta especialista, os pais devem explicar às crianças que quantidade não é sinónimo de qualidade: «Na sociedade de consumo as primeiras vítimas são os pais que enchem os filhos de brinquedos, porque com os objectos os compensam do tempo em que não estão juntos e realizam os seus próprios desejos infantis. Já os pais que não cedem ao consumo tendem a dar prendas limitadas e apenas em momentos significativos, não as banalizam.»


O desafio da adolescência


Erguidos os alicerces para saber gerir o dinheiro, os limites são novamente testados na adolescência.

A reacção dos jovens dependerá da forma como os pais lidaram com eles na infância:

«É preciso relembrar que os caprichos devem ser da responsabilidade dos filhos e não dos pais, logo, os consumos supérfluos só podem acontecer quando os adolescentes reúnem o dinheiro da mesada», refere a especialista.

«Importa desmontar as estratégias da publicidade e mostrar o ridículo de rivalizarem uns com os outros nas marcas e ajudá-los a encontrar outras formas de se identificar», acrescenta ainda.

Nos anos conturbados da adolescência, a terapeuta considera que o diálogo é a melhor arma contra o consumismo: «Quando sabemos comunicar aos nossos filhos que o ser e o ter não se confundem é mais fácil construirmos pessoas que não se deixem manipular pelas necessidades da marca, pelo interesse em copiar o modelo irreverente da televisão. Quanto mais valores e motivações ligadas à realização, menores são as necessidades de uma identificação estética e material.»

Texto: Fátima Lopes Cardoso com Elisabete Mechas (psicóloga clínica)

in

quarta-feira, 3 de junho de 2009

La Traviata - Verdi

Não é tarefa fácil conseguir que uma criança preste muita atenção a uma ópera mas talvez este vídeo tenha os ingredientes necessários para conseguir esse milagre. Experimentem.



domingo, 31 de maio de 2009

Aprendizagem

ensinoAprendizagem é saber adequar os conhecimentos às situações...




  • Professor:
    O que devo fazer para repartir 11 batatas por 7 pessoas?
    Aluno:
    Puré de batata, senhor professor!



  • O professor ao ensinar os verbos:
    - Se és tu a cantar, dizes: "eu canto". Ora bem, se é o teu irmão que canta, como é que dizes?
    - Cala a boca, Alberto.



  • - "Stora", alguém pode ser castigado por uma coisa que não fez?
    - Não.
    - Fixe. É que eu não fiz os trabalhos de casa.



  • - Joaquim, diga o presente do indicativo do verbo caminhar.
    - Eu caminho... tu caminhas... ele caminha...
    - Mais depressa!
    - Nós corremos, vós correis, eles correm!



  • Professor: Chovia que tempo é?
    Aluno: É tempo muito mau, senhor professor.



  • Professor: De onde vem a electricidade?
    Aluno: Do Jardim Zoológico!
    Professor: Do Jardim Zoológico?
    Aluno: Pois! O meu pai, quando falta a luz em casa, diz sempre: "Aqueles camelos...".



  • Professor:
    Quantos corações temos nós?
    Aluno:
    Dois, senhor professor.
    Professor:
    Dois!?
    Aluno:
    Sim, o meu e o seu!



  • Dois alunos chegam tarde à escola e justificam-se:
    - 1º Aluno:
    Acordei tarde, senhor professor! Sonhei que fui à Polinésia e demorou muito a viagem.
    - 2º Aluno:
    E eu fui esperá-lo ao aeroporto!



  • Professor:
    Pode dizer-me o nome de cinco coisas que contenham leite?
    Aluno:
    Sim, senhor professor:
    Um queijo e quatro vacas.



  • Um aluno de Direito a fazer um exame oral:
    O que é uma fraude?
    Responde o aluno:
    É o que o sr. professor está a fazer.
    O professor muito indignado:
    Ora essa, explique-se...
    Diz o aluno:
    Segundo o Código Penal comete fraude todo aquele que se aproveita da ignorância do outro para o prejudicar!!


Exageros de Mãe

Já te disse mais de mil vezes que não quero ver você descalço.

Nunca vi uma criança tão suja em toda a minha vida.

Quando teu pai chegar você vai morrer de tanto apanhar.

Oh, meu Deus do céu, esse menino me deixa completamente maluca.

Estou aqui há mais de um século esperando e o senhor não vem tomar banho.

Se você fizer isso outra vez nunca mais me sai de casa.

Pois é, não come nada: é por isso que está aí com o esqueleto à mostra.

Se te pegar outra vez mexendo no açucareiro, te corto a mão.

Oh, meu Deus, eu sou a mulher mais infeliz do mundo.

Não chora desse jeito que você vai acordar o prédio inteiro.

Você pensa que seu pai só trabalha pra você chupar Chica-Bon?

Mas, furou de novo o sapato: você acha que seu pai é dono de sapataria, pra lhe dar um sapato novo todo dia?

Onde é que você se sujou dessa maneira: acabei de lhe botar essa roupa não faz cinco minutos!

Passei a noite toda acordada com o choro dele.

Eu juro que um dia eu largo isso tudo e nunca ninguém mais me vê.

Não se passa um dia que eu não tenha que dizer a mesma coisa.

Não quero mais ver você brincando com esses moleques, esta é a última vez que estou lhe avisando.



Millôr Fernandes

Gravidez Ectópica

sapo.famíliaA gravidez ectopica ocorre quando o óvulo fecundado, em vez de se implantar na cavidade uterina se implanta fora, por norma, nas trompas de Falópio.

A gravidez vai desenvolvendo-se normalmente invadindo a trompa e enfraquecendo-a.
Os sintomas mais frequentes, são dores a nível abdominal ou lombar, podendo ser acompanhadas por hemorragia vaginal.
A grávida deve recorrer a uma urgência obstétrica, onde irá ser submetida a exames (colheita de sangue para análises, ecografias pélvica e obstétrica).

Caso se confirme a gravidez ectópica, o tratamento varia da gravidade da situação. Por vezes os sintomas aparecem tardiamente o que leva a uma situação urgente. A mulher apresenta-se pálida, com tensão arterial baixa e o pulso rápido. A placenta instalada na trompa de Falópio pode ter rompido! A intervenção cirúrgica deverá ser rápida de forma a seleccionar o problema, fazendo parar a hemorragia.

A mulher após uma gravidez ectópica, por norma consegue engravidar sem problemas, sendo de 10 a 15% o risco de recorrência de uma gravidez ectópica.

Autor: Célia Martins - Enfermeira in Megabebés

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Cartoon (II)

Cartoon_1

in sergeicartoons